Postado por Reginaldo em 23 de setembro de 2011
A única coisa que limita nossas conquistas é o pensamento de que não podemos conquistar.
Realmente não é novidade para ninguém que as pessoas que dizem que podem, podem, e as que dizem que não podem, não podem.
Um homem diz: “Acho que sempre serei um batalhador”.
Aí, ele pára de aprender, ignora as oportunidades, não trabalha até mais tarde, não economiza e não tenta porque “não adianta mesmo….”.
Dito e feito! Sua profecia se torna verdadeira e ele nunca vence na vida.
Já outro homem diz: “Eu vou vencer, e farei o que for preciso para isso.
Trabalharei tanto quanto for necessário; aprenderei tudo que puder e serei tão diferente quanto precisar ser.
Eu posso!”. E o homem consegue!
Vale a pena lembrar que há lucros em ambos os casos.
O primeiro indivíduo consegue evitar a responsabilidade.
Ele sempre pode dizer: “É tudo tão difícil! Faça isso por mim”.
Ele foge da oportunidade de exercitar a disciplina pessoal que geraria seu sucesso.
E pode até conquistar alguma simpatia, afinal, bancar o bobo e incapaz pode ser muito proveitoso e conveniente.
Já os frutos colhidos pelo segundo indivíduo são mais evidentes.
Ele alcança seu objetivo. Portanto, vamos reconhecer que há vantagens em ambos os casos.
Em poucas palavras:
Somos responsáveis pelas limitações que impomos a nós mesmos.
Jogar fora os rótulos que colocamos em nós é o primeiro passo para ter uma vida melhor.
(texto de Andrew Matthews no livro "Seja Feliz")
Carpe Diem
Mi
P.S. Tenha um excelente final de semana, feliz dia novo, fique na paz…
Postado por Reginaldo em 15 de outubro de 2010
Se você quer alguma coisa, dê-a! Não parece um despropósito? É mais fácil conseguir o que se quer abrindo mão de parte do que já se tem. Quando um agricultor quer mais sementes, pegas as que têm e as entrega à terra. Quando você que um sorriso, oferece o seu. Quando quer afeto, dá afeto. Quando ajuda as pessoas, elas o ajudam. E quando quer um beijo na boca? Beija a boca de alguém. E se quiser que as pessoas lhe dêem dinheiro? Dê um pouco do seu. Pense nisso. Se a fixação, o apego excessivo, impede o fluxo de coisas boas para a sua vida, talvez a atitude oposta seja o desprendimento: o de entregarmos uma coisa que valorizamos muito. O que você dá tende a voltar a suas mãos…
Quantas vezes a gente ouve esse tipo de história… “um velho miserável e pão-duro, que praticamente passava fome, morreu com um milhão de dólares debaixo do colchão?”. Aí vem a pergunta: “Se é preciso dar para receber, o que aconteceu neste caso?”
Aí eu respondo: seu saldo bancário não é a medida de sua abundância. Abundância é aquilo que circula em sua vida. A prosperidade é um fluxo: dar e receber. Se você tem uma fortuna depositada na Suíça e não a usa, esse dinheiro não o está enriquecendo. Tecnicamente é seu, mas na realidade você não “recebe” nada dele. Esse dinheiro não o torna abundante e podia muito bem pertencer a outra pessoa. Portanto, o princípio de dar e receber continua valendo mesmo assim.
Em poucas palavras: o macete consiste em dar sem querer nada em troca. Se você espera um retorno, está fixado no resultado – e quando nos fixamos no que quer que seja, pouca coisa acontece. E não devemos gozar das nossas posses pessoais? Claro que sim! Basta Ter certeza de que é você que as possui, e não elas a você.
(texto de Andrew Matthews, do livro “Siga seu coração”)
Carpe Diem