TODAS AS COISAS TÊM DOIS LADOS.

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Suponha que lhe aconteça o que me aconteceu.
Recebi da Espanha um chaveiro de metal.
Já era importante por ser um presente.
Percebendo o peso e a cor, conclui sem pestanejar: é de prata!
Feliz da vida, coloquei nele as chaves do meu carro e passei a desfrutar da pequena jóia.
Além do lado liso e brilhante, o outro lado trazia um baixo relevo, que o tornava verdadeira obra de arte.
O prazer com que passei a usá-lo está na origem do que vim a sentir, meses depois.
Certa manhã, fui pegar o chaveiro de prata na garagem do meu prédio.
Sabe, a necessidade de manobras…
E foi então que recebi um choque.
Não havia sido roubado, não! Talvez tenha sido pior.
A parte de trás estava inexplicavelmente descascaa!
O amarelo vivo do latão acusava uma decepção.
O desapontamento tomou conta de mim.
Fiquei paralisado por alguns momentos.
Aí olhei o lado da frente.
Estava em ordem.
Tive, então, um estalo.
Olhar o lado descascao me causava desprazer, mas eu podia olhar o da frente e continuar gostando dele.
A escolha era minha.
Eu era responsável por me sentir bem ou me sentir mal.
Já que os dois lados eram reais, seria tão honesto preferir olhar mais um lado do que outro.
Eu não estaria mentindo para mim mesmo, se preferisse olhar o lado bem conservado; e me tornaria responsável por me sentir bem.
Comecei a perceber, então, que todas as coisas da vida têm dois lados.
Um lado sombrio, desagradável, penoso.
E outro claro, luminoso, colorido.
Podia assim escolher, para vantagem minha, o lado que me conservaria sempre no melhor astral.
Por exemplo, o fato de ter furado o pneu do carro, coisa desagradável, é o lado sombrio; mas, pensando bem, isso só acontece com quem tem carro!
É o lado luminoso e colorido do mesmíssimo fato.
Você pode se dar ao luxo de ter de trocar o pneu de seu carro de vez em quando, pois, em contrapartida, ele lhe dá prazer e lhe presta serviço no resto do tempo.
Outro exemplo.
Uma chuva inesperada impede você e sua família de saírem para um piquenique, como haviam planejado.
É o lado sombrio.
Mas, em compensação, você poderá ter tempo em casa, finalmente, para arrumar aquela torneira pingando ou para assistir a um filme no seu vídeo.
Pode ser o lado luminoso.
Ou, ainda, alguém sofre um pequeno acidente ou contrai uma febre, ficando obrigado a ficar de cama.
É o lado sombrio.
O lado luminoso – e quantas vezes acontecido! – pode ser a experiência de repensar a vida; ou a de, finalmente, se dar conta de quanto é estimado e visitado pelos parentes e amigos, apesar de ter tido dúvidas, até então.
Um último exemplo.
Seu patrão lhe chama a atenção com frequência, seus colegas de trabalho costumam ser competitivos e pouco amigos.
É o lado sombrio.
Você não se vai acomodar, é claro.
Vai tomar providências cabíveis para que a situação melhore.
Mas, por outro lado, você tem emprego, o que não é para se minimizar.
Quantos gostariam de ter um!
Você poderia objetar em primeiro lugar: mas, esse não é o jogo da Polyanna?
Não é o mesmo que mentir para si mesmo e fazer de conta, como quem esconde o sol com a peneira?
Desde o início pode ter ficao claro que olhar qualquer dos lados é honesto, e que você é responsável pelo lado que prefere fixar.
Olhando o lado bonito da vida, você não está escondendo nada, apenas está preferindo ser feliz.
Qual é o mal?

Você ainda poderia dizer: mas isso é tão difícil!

 

Será que alguém consegue pensar assim?

Eu lhe garanto que é possível.

Vamos concordar também que é difícil.
Ora!
O que não é difícil, quando enfrentado pela primeira vez!

Digitar numa máquina de escrever, dirigir um carro, aprender língua estrangeira, escrever corretamente o português, fazer tricô e qualquer outra coisa no mundo.
Entretanto, seja o que for, você consegue dominar, com duas condições: ter a receita correta e treinar com perseverança.
Então, você também pode descobrir o lado colorido e mais real da sua vida.
Nada o impede.

 

(Autor desconhecido)
Carpe Diem

Enviado por Waldemir

VERDADES QUE PARECEM MENTIRAS…

Quando a gente descobre algumas verdades, parece que todo o resto foi mentira

Parece mentira, mas muitas pessoas irão usar contra nós tudo o que dissermos; quem diz nos amar para sempre poderá destruir nossos corações sem aviso prévio; receberemos ingratidão de pessoas a quem ajudamos; seremos julgados por nossa posição social, por nossa etnia, por nossos estilos de vida, pelas escolhas que fizermos. Parece mentira, mas é verdade.
***
A vida nos reservas inúmeras surpresas, muitas delas agradáveis, outras nem tanto. E ainda haverá aqueles momentos em que não seremos capazes de compreender o porquê daquilo que acontecerá conosco, quando encararemos certas constatações inevitáveis que teimamos em negar ou em deixar esquecidas. Não adianta, acabaremos, cedo ou tarde, carregando conosco o peso das decepções e a dor da incompreensão, no entanto, sobreviver a tudo isso com vida nos trará esperanças renovadas.
Parece mentira, mas muitas pessoas irão usar contra nós tudo o que dissermos, descontextualizando nossas frases e jogando-as de volta em situações que nos fragilizarão, pois distorcerão nossas verdades injustamente. Isso provavelmente virá de quem nos é alguém próximo, íntimo, especial, o que aumentará o peso de nossa dor. Será o preço que pagaremos por nem sempre confiarmos nas pessoas certas.
Parece mentira, mas quem diz nos amar para sempre poderá destruir nossos corações sem aviso prévio, deixando-nos sozinhos, traindo nosso corpo, nossa confiança, jogando fora tudo o que construímos em troca de uma vida mais cômoda, de uma outra pessoa qualquer, de apelos ilusórios do mundo lá fora do relacionamento. Será uma possível e dolorosa experiência a que estaremos sujeitos, por sermos fiéis e adeptos do amor para a vida toda.
Parece mentira, mas nos depararemos com a ingratidão de pessoas a quem ajudamos, em quem confiamos, a quem demos as mãos durante as ventanias, sendo cobrados por não termos dado ainda mais de nós, como se não tivéssemos nos doado o quanto poderíamos e deveríamos. Nossa doação voluntária será então confundida com um dever para uma vida toda, algo a que estaremos obrigados de forma vitalícia; e tudo se anulará quando não respondermos às expectativas alheias. Será uma reação indigesta que colheremos por não sermos egoístas.
Parece mentira, mas seremos julgados por nossa posição social, por nossa etnia, por nossos estilos de vida, pelas escolhas que fizermos, mesmo que não machuquemos ninguém, mesmo que se trate apenas de nossa própria vida. Cobrarão de nós que ajamos de acordo com o que as convenções sociais preconizam, mesmo que aquilo fira as nossas convicções, mesmo que aquilo tudo nada tenha a ver com os nossos sonhos, com a direção de nossos desejos, com as verdades que nos dignificam e nos constituem. Será uma indignação alheia incompreensível que nos acompanhará, por nossa coragem de viver o que temos dentro de nós.

Ninguém disse que a vida iria ser fácil, mas haverá decepções que nem cogitaríamos poder existir, com quem deveria tão somente nos apoiar ou então nos deixar em paz e seguir seu rumo.

 

 

Teremos pela frente muitos dissabores, encontraremos pessoas infelizes, maldosas e que tentarão nos desestruturar, sem mais nem porquê. Cabe-nos manter firme nosso propósito em ser feliz e em encontrar quem nos tornará a vida mais especial e fácil de viver. Porque ninguém será capaz de nos desviar de nossas buscas, quando estivermos certos do que e de quem realmente queremos para nós.

 

Fonte do texto: escrito por Marcel Camargo – via: https://osegredo.com.br/2016/03/verdades-que-parecem-mentiras/

Carpe Diem

Enviado por Waldemir

 

Quando você deixar de esperar, sua vida muda!

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Eu gosto de agir de forma sincera ante a vida, ante a minha vida. Uma das minhas tarefas diárias consiste em liberar a consciência de minhas ilusões ou promessas eternas. Eu percebi que usei um monte de alta energia quando me imaginei na situação futura que queria. Eu me concentrei muito no amanhã.
Então eu decidi parar de viver esperando. Quando você toma essa decisão, seu coração respira aliviado e sua alma começa a viver de verdade. Em geral, nos concentramos em como viver, não percebendo que apenas com isso nos condicionamos e não vivemos realmente. Nós aprisionarmos e robotizamos a nossa alma.
Então um dia eu decidi parar de pensar sobre mim mesmo, sobre o que eu esperava de mim, de todas as minhas ilusões. Eu decidi parar de criar expectativas e viver nelas continuamente, de forma constante … Decidi me concentrar no que estava acontecendo em cada momento e apreciar, em vez de esperar.

“O passado fugiu, o que você espera está ausente, mas o presente é seu.” – Provérbio árabe

Pare de esperar algo dos outros
Decidi, portanto, parar de esperar algo dos outros. Pois as pessoas ao seu redor te valorizarem, seu parceiro te entender, você compreender a si mesmo e os outros confiarem em você, no seu potencial… nem sempre é fácil. Eu aprendi que a coisa mais importante é eu acreditar em mim e fazer as coisas sem esperar nada em troca.

NÃO ESPERE O DINHEIRO EM SEU DIA A DIA

Antes eu me concentrava em grandes somas de dinheiro como consequência de grandes oportunidades de trabalho que esperava com ilusão. Eu percebi que quanto mais ansiava o material, menos a vida me dava, menos me movia em direção aquele estado. Então eu aceitei de bom grado o que já tinha e que não precisava de mais para me sentir bem comigo mesmo ou ser feliz.
Eu percebi que não estava gostando e saboreando o que tinha no momento, porque só me focava no futuro, ganhando mais e mais … estava realmente perdendo o momento mais importante, o momento presente.

PARE DE ESPERAR QUE TUDO SEJA PERFEITO

Por que esperar que tudo seja perfeito?

 

Quando você para de esperar que tudo seja perfeito, deixa de depender do ambiente para trazer a tona o seu verdadeiro poder, serenidade e equilíbrio interior. Perfeição não existe, deixe de correr atrás dela.

 

 

“Confia no tempo, ele geralmente oferece saídas doces a amargas dificuldades.” – Miguel De Cervantes.

 

 

Fonte: http://www.sentimentosemfrases.com/quando-voce-deixar-de-esperar-sua-vida-muda/

Carpe Diem

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As 4 características de personalidade mais difíceis de mudar. Quais são as suas?

Nossas imperfeições nos definem tanto quanto os nossos pontos positivos, e como ninguém é perfeito, a maior parte do crescimento humano não é só reconhecer essas falhas, mas fazer algum esforço para corrigi-las.
Porém, essa não é uma tarefa fácil, afinal muitas características de nossa personalidade são difíceis de controlar, sendo que, muitas vezes, nem percebemos quanto algumas delas realmente são prejudiciais em nossa vida.
Por esse motivo, é de extrema importância se observar a fim de constatar se há alguma coisa atrapalhando a sua evolução devido a essas características, seja no trabalho, na escola, em casa, na vida afetiva etc. A capacidade de reconhecer que a mudança pessoal é necessária é o primeiro passo para reverter esses estados. Confira abaixo quais os traços de personalidades que são mais difíceis de ser alterados, mas não impossíveis.

1 – Se fazer de vítima

“Eu não tenho dinheiro, não tenho amor, não tenho amigos, ninguém curte minhas postagens no Facebook …” Você já se pegou fazendo algum drama desse tipo? Vale lembrar, antes de qualquer coisa, que não estamos tirando o direito de ninguém reclamar da vida. No entanto, se você possuiu saúde, comida, família e um teto para se abrigar, já é um bom começo.
Às vezes, o ideal é olhar o tempo todo a sua volta, na verdade, essa talvez seja a receita mais infalível para acabar com o sentimento prejudicial de se fazer de vítima. Há pessoas que só desejam viver, vencer uma doença, ter algo para comer ou um lugar para morar. Pode parecer piegas, mas é a realidade.

2 – Mentir

Síndrome do Pinóquio, quem tem? Talvez todo mundo tenha um lado mentiroso, não é? A mentira está presente na vida de praticamente todas as pessoas do mundo, principalmente aquelas inverdades consideradas inofensivas utilizadas até mesmo sem que a gente se dê conta.
O real problema começa quando a mentira é prejudicial e provoca sofrimento a você e outras pessoas, mina a sua credibilidade, atrapalha os seus estudos, o seu trabalho e os seus relacionamentos. Quando é um caso desses, a coisa é séria, sendo necessário corrigir essa característica.
E mais, você sabia que existem até horários do dia em que mais mentimos? Recentemente, foi divulgado um estudo afirmando isso, os pesquisadores da Universidade de Harvard e de Utah realizaram alguns experimentos sobre mentira, traição e até roubo que mostraram que essas ocorrências eram mais altas na parte da tarde.
De acordo com os pesquisadores, de manhã estamos mais descansados e, por isso, mais honestos. A falta de descanso faz com que haja um declínio em nosso autocontrole e na capacidade de tomar decisões, tornando a mentira um caminho mais fácil.

3 – Guardar rancor

Como você lida com seu rancor? Você guarda ressentimento por alguém ou algo que aconteceu por anos a fio? Tenha em mente que isso só faz mal, podendo até afetar a sua saúde. Às vezes o melhor é deixar passar, deixar esse sentimento de lado. Pois assim, você libera o seu cérebro para pensamentos mais positivos e produtivos, dedicando também a sua energia para o que lhe faz bem. É claro que cada caso é um caso e sabemos que é fácil falar, mas na prática é mais difícil. Mas ainda assim, não custa tentar.
Em um estudo de 2000, foi confirmado que perdoar é melhor para as pessoas do que guardar rancor, pelo menos em termos de efeitos negativos sobre o corpo. “Quando as pessoas pensam sobre os seus infratores de forma implacável, elas tendem a experimentar emoções negativas mais fortes e maiores respostas fisiológicas de estresse”, disse a líder do estudo Charlotte vanOyen Witvliet ao WebMD.
A pesquisa demonstrou que, quando essas mesmas pessoas pensam de forma mais tolerante sobre quem lhe causou algum sofrimento, elas pareciam experimentar um sentimento mais positivo, maior controle percebido e menos stress.

4 – Ser tímido

Timidez é sempre um problema limitador, mas se você parar para pensar, certamente vai lembrar de alguém que era muito tímido quando mais novo e agora é bastante extrovertido ou vice-versa. É claro que há também muita gente que mantém a timidez desde criança até quando se torna adulto. Mas essa é uma característica que pode realmente mudar com o tempo, embora dependa de vários fatores, como ambiente no qual a pessoa vive, família, amigos, problemas etc.
Ainda assim, quem vence a timidez pode se considerar um campeão. Pois esse é um traço difícil de mudar, o motivo da dificuldade é que a sua mente está constantemente lhe dizendo que é mais seguro se manter mais quieto, recluso, longe da multidão. Um estudo de 2010, identificou alguns aspectos da timidez:
Alguns nascem com uma inclinação para a timidez, porém esse fator não é uma condenação eterna a desviar os olhos dos outros. De acordo com o pesquisador do estudo, isso depende muito também da criação que a pessoa tem;
Mais timidez é adquirida através de experiências de vida;

Há uma neurobiologia da timidez, sendo pelo menos três centros cerebrais que interpõem o medo e a ansiedade e que organizam a resposta de todo o corpo com o que reconhecemos como timidez;
A incidência de timidez varia entre os países. Israelenses parecem ser os menos tímidos habitantes do mundo.

 

Um importante fator contribuinte são os estilos culturais de atribuir elogio e culpa para as crianças.

Fonte:http://www.equilibrioemvida.com/2016/04/as-4-caracteristicas-de-personalidade-mais-dificeis-de-mudar-quais-sao-as-suas/

Carpe Diem

Enviado por Waldemir

 

É NECESSÁRIO PERDOAR?

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Essa pessoa que tanto o machucou merece ser perdoada? Com certeza você já se perguntou isto mais de uma vez. Talvez, quando se trata de alguém muito próximo ao seu círculo íntimo, você pense com mais cuidado se vale a pena o perdoar ou não.
Contudo, fica outra dúvida pairando no ar: o perdão significa a reconciliação com essa pessoa? Talvez você tenha decidido perdoá-la para não continuar guardando rancor, um veneno que não faz nada bem, mas isso não significa que você tenha que voltar a ser amigo dessa pessoa como antes, continuar casado, ir jantar na sua casa, etc.
Quando somos traídos de alguma forma, é muito difícil que a relação continue como se nada tivesse acontecido. Imaginemos que a confiança é como uma taça de cristal que cai no chão e se despedaça. Poderá voltar a ser como antes, mesmo que colássemos os pedaços? Claro que não.
É preciso considerar que quando perdoamos a alguém pelos seus erros, também estamos perdoando a nós mesmos. O que isto quer dizer? Que perdoando, nos libertamos da dor, das emoções tóxicas e dos sentimentos negativos que habitam em nosso interior, e isso já é muito.
Mas não vale dizer “te perdoo”, sem realmente senti-lo; devemos ser conscientes e autênticos ao expressar estas palavras que guardam consigo tanto significado e valor.
O perdão pode ou não gerar uma reconciliação. Não se trata de uma condição sine qua non, isto é, que podemos perdoar e cada qual segue o seu próprio caminho. Ambos os caminhos se bifurcam a partir do momento em que decidimos perdoar e ao mesmo tempo, soltar o peso.
Isto não acontece do dia para a noite; o perdão é um processo que deve evoluir no tempo. Talvez você pense que já perdoou, mas toda vez que se lembra do fato você sente tristeza, chora, fica chateado, etc. Isto quer dizer que ainda não perdoou 100%.
Como coloca Miguel Ruiz no seu livro “Os quatro acordos”, o perdão é a única forma que temos de nos curarmos. Você perceberá que perdoou a alguém quando o vir (ou lembrar do fato) e não tiver nenhuma reação emocional negativa.
Poderíamos comparar o perdão à cicatrização de uma ferida que se fez na mão, cortando uma maçã. Enquanto a ferida estiver se curando, doerá se for tocada ou se encostar em algum objeto. Uma vez que a pele tenha se regenerado, pode ser que fique uma cicatriz ou uma pele mais clara, contudo, ao passar o dedo nela, não haverá dor. No caso do perdão,você perceberá que realmente perdoou quando a lembrança da situação não lhe fizer mal, ainda que num primeiro momento o tenha ofendido.

Lembre-se desta frase tão bela sobre as consequências de não saber perdoar. “Não perdoar é como tomar uma brasa ardente com a intenção de atirá-la na outra pessoa: você é quem se queima primeiro”.
MAIS RAZÕES PARA PERDOAR

 

Outra razão para perdoar, sem dúvida, é lembrar que o perdão é como uma forma de cura a si mesmo e de eliminar mais dor do que a já produzida.
Como, quando e por que perdoar? Tudo dependerá de cada um de nós, da experiência individual. Não existe uma regra ou uma receita mágica que diga: “diante de uma traição no casal, esperar duas semanas para perdoar”, por exemplo.

Você mesmo perceberá em que momento perdoou ou quando ainda precisa trabalhar para alcançar este objetivo. Em alguns casos, o tempo é quem se encarregará de sanar as feridas. Não há dúvida, o passar dos anos é o melhor cicatrizante para as feridas do coração.

 

Se devemos ou não perdoar é uma decisão pessoal, mas esta decisão influenciará a sua vida, seja no presente ou no futuro.

É verdade que algumas traições são mais difíceis de perdoar que outras, mas também devemos lembrar que não somos seres perfeitos e todos nos enganamos. Isto não justifica a traição, apenas estamos sendo menos rígidos ou duros com essa pessoa, que certamente se sentirá mal pelo que fez.

 

Então, é preciso lembrar que o perdão não é algo que beneficia a outra parte, e sim a nós mesmos, já que nos livramos de uma carga pesada e perigosa que prejudica o nosso coração.
Pratique com mais frequência o perdão e você se sentirá muito mais leve!

Fonte do texto: A mente é maravilhosa – via: http://www.sentimentosemfrases.com/e-necessario-perdoar/

Carpe Diem
Enviado por Waldemir

 

NÃO EXISTE FALTA DE TEMPO, EXISTE FALTA DE INTERESSE!

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Dizem que não existe falta de tempo, mas falta de interesse, porque quando as pessoas realmente querem, a madrugada torna-se dia, terça-feira se torna sábado e um momento torna-se oportunidade.
Quem muito espera, se decepciona e sofre. A verdade é que a falta de interesse dói, muito. Vai além da decepção, são pontadas cruéis de dor no estômago, como se algo dentro de nós arrancasse nossa alma.
“No momento em que nos ferem, não podemos fazer nada para aliviar essa dor, porque mantermos a nossa sanidade ante ao abandono e humilhação envolve muito esforço.”
A verdade é que tanto o tempo quanto os machucados nos mudam, fazendo com que o que hoje achamos interessante amanhã não nos desperte interesse. No entanto, isso não justifica a falta de sinceridade ou correspondência com os outros.
Aceitar a falsidade do tempo vivido
Infelizmente, a falsidade e a hipocrisia são tão escorregadias que costumamos as encontrar no canto que menos esperamos quando já é tarde demais. Normalmente, a esperança de que alguém é como nos faz pensar nos tranquiliza, quando deveríamos nos manter alertas.
Quase sempre, as pessoas falsas ou interesseiras são aquelas que não comem nem deixam comer e quando você pede explicações ficam bravas tentando evitar o confronto.
Aprenda a dar a sua ausência a quem não valoriza sua presença
Às vezes a gente perde tempo insistindo em alguém que não faz nada por nós. Muitas vezes cometemos o erro de permitir que essas pessoas tenham contato conosco, o que resulta em um abuso de nossa dignidade.
Quando percebemos isso, algo está quebrado dentro de nós e sentimos uma onda de decepção, medo e tristeza. Nesse momento, percebemos que não podemos esperar aqueles que não querem ser esperados.
Em seguida, começa um processo difícil que requer que recubramos nossas vidas de proteção e proibamos a entrada de todos aqueles que nos prejudicaram e comportaram-se de forma interesseira.

Cerque-se com pessoas que gostam de você e seja feliz

Comprometa-se com os valores fundamentais, desfrute da sensibilidade, bondade, respeito, humildade, confiança e fé, gratidão, sabedoria, sinceridade, amor, amizade, carinho e incondicionalidade.
Mantenha perto de si a melhor realidade que conhece, abandone o vil e cruel, não preste atenção às pessoas tóxicas e encontre oxigênio, conte até três e respire. Sinta as baforadas do ar psicológico e cumprimente suas emoções.

 

Cerque-se de todas aquelas pessoas que fazem você sentir que o mundo é um lugar que vale a pena e que sejam seu escudo em dias chuvosos. Rejeite em sua vida todos aqueles que fazem você se sentir desprezado e não passam um momento sem julgá-lo.
Livre-se de tudo o que te aprisiona e permita que a vida te surpreenda sem prejudicá-lo. Não espere nada de ninguém, espere tudo si mesmo. O resto virá quando você menos esperar.

 

Fonte do texto: La mente es maravillosa – Traduzido pela equipe do site O Segredo – Via: https://osegredo.com.br/2015/09/nao-existe-falta-de-tempo-existe-falta-de-interesse/

Carpe Diem
Enviado por Waldemir

 

CUIDADO COM A OPINIÃO ALHEIA

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Muitas vezes buscamos conselhos e opiniões sobre outra pessoa. Outras vezes, somos bombardeados automaticamente com comentários de outras pessoas. Estes comentários podem ser positivos ou negativos, mas sejam como for, são opiniões que só valem para quem está proferindo, pois tem o filtro das crenças e valores internos de quem está falando, portanto, não valem como verdade para nós.
O que eu sinto em relação a alguém é a MINHA verdade.
O que você sente em relação a alguém é a SUA verdade.
Quando não conhecemos a pessoa bombardeada e alguém vem nos falar sobre ela, tendemos a acreditar no conceito que ela colocou para si mesma e repassou para nós.
Ficamos influenciados pelas palavras alheias, sem ao menos verificarmos se essa informação faz sentido para nós. Acreditamos no que falam sem questionar a veracidade da informação.
O fato é que temos que ter muito cuidado com a opinião alheia, pois ela pode causar grandes estragos, estragar relações, distorcer a realidade.
A melhor forma de avaliar se o comentário é bom e real para você, é ver com seus próprios olhos, com a sua percepção.
O que você sente em relação à pessoa comentada?
Como se sente ao lado da pessoa que foi criticada?
Você já conversou com essa pessoa?
Se nunca teve um contato ou não teve acesso a ela de forma nenhuma, você não pode acreditar e considerar críticas ou elogios vindo de outra pessoa.
Quando criticam alguém que você já conhece, você já fez sua análise interior, já estabeleceu um critério de avaliação próprio. Neste caso, pode alguém de fora falar o que for, pois você defende sua crença e a coloca em primeiro lugar, a menos que você seja facilmente influenciável…
Quando você não tem ideia da pessoa comentada e não tem valores formados interiormente, o outro vem e faz o valor para você, deixando o valor do outro entrar em sua mente e isso é muito complicado…
Por que não é o seu valor e opinião, é o valor com base em outra percepção e realidade, ou seja, não tem valor real para você e sim para o outro.
Quando fica influenciado, você fecha sua capacidade de ter a o própria opinião a respeito, você fecha a grande oportunidade de ver outra realidade, sendo positiva ou negativa.
É você quem deve fazer o julgamento e não os outros.

É você quem deve sentir, em sua alma, isso ou aquilo…

 

Por isso, quando alguém falar mal ou bem de outra pessoa para você, simplesmente escute com ouvidos sábios, ou seja “entra por um ouvido e sai pelo outro” para que não fique registrado um conceito que não veio de sua percepção, que não veio de sua alma.
Assim, você deixa livre esse espaço para conhecer de verdade uma pessoa com os olhos do seu coração!

 
Fonte: Por Morada da Alma – via: https://osegredo.com.br/2013/11/cuidado-com-opiniao-alheia/

Carpe Diem
Enviado por Waldemir

 

O QUE NÃO CONSEGUIMOS VERBALIZAR VIRA LIXO EMOCIONAL!

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A psicanálise, técnica desenvolvida por Freud e posteriormente ampliada por Lacan, visa curar os males emocionais por meio da fala.

A palavra já havia sido altamente reverenciada pela Bíblia quando se afirma que do verbo se fez a carne. Para os espíritas não devemos verbalizar pensamentos maldosos e sabemos o quanto uma palavra cruel na hora errada pode ferir mortalmente uma pessoa, destruir uma amizade, roubar a magia de um amor e criar um buraco na alma.

Como diria John Keaton, professor do filme Sociedade dos poetas mortos, palavras podem mudar o mundo sim. Se as palavras não fossem tão poderosas, os livros não seriam tão importantes.

No filme Fahrenheit 451, de François Truffaut, por meio de uma distopia, fala-se sobre o poder revolucionário dos livros, como eles fazem pensar e como tal fato pode entristecer as pessoas.

Por medo ou até mesmo por preguiça de entrar em conflitos, vamos calando muitas duras verdades em nosso peito. Vamos aceitando o inaceitável, perdoando crueldades disfarçadas de brincadeiras, absorvendo críticas injustas, incorporando o papel de vítima quando somos muito maltratados pela vida.

Aceitamos os personagens que nos dão e começamos a viver uma vida que não é a nossa. Calamos no fundo do peito um eu que muitas vezes nem sabemos que existe.

De repente, do nada, um imprevisto, uma palavra mal colocada, uma situação limite nos faz trombar conosco mesmo, com aquele eu escondido. E de nossa boca começa a jorrar palavras ácidas com gosto de suco gástrico e mágoas antigas. Ofendemos pesadamente quem mais amamos. Ofendemos a nós mesmos.

Não devemos calar palavras no peito. Não devemos permitir que elas virem mágoas mumificadas que um dia sairão de nós causando estragos homéricos.

É importante conversar sempre, por em debate saudável e cordial o que nos incomoda. O que não verbalizamos vira lixo emocional e um dia vem à tona com força total, completamente desgovernado.

É importante convidar a quem amamos para boas conversas francas e calmas. Não se discute relação apenas com namorado/namorada, marido/esposa. Discute-se relação com amigos , com parentes, com as pessoas importantes que fazem parte da nossa vida.

Acumular lixo emocional prejudica a saúde mental e às vezes até a física, em casos de somatização. A palavra presa no peito pode virar gastrite nervosa, perda de apetite, excesso de apetite, pode virar apatia.

Acumular lixo emocional deteriora as nossas relações, tira a qualidade de vida, nos faz nos perder de nós mesmos, cria muros invisíveis. Às vezes nos sentimos travados em relação a um ente querido e nem sabemos o porquê. Acumulamos tantas palavras no peito que chega um momento em que nem sabemos mais por que aquela relação se perdeu, esfriou, se encheu de lacunas e silêncios incômodos.

Por mais doloroso e cansativo que seja debater os conflitos, este exercício é necessário. É um tratamento preventivo para muitos males da alma. Não segure palavras no peito. Elas apodrecem o melhor das suas emoções e sentimentos. Elas apodrecem você mesmo.

Fonte do texto: escrito por Silvia Marques – via: https://osegredo.com.br/2015/09/o-que-nao-conseguimos-verbalizar-vira-lixo-emocional/

Carpe Diem
Enviado pór Waldemir

 

 

Não se apaixone por uma mulher que lê,

” Não se apaixone por uma mulher que lê,
Por uma mulher que sente muito,
Por uma mulher que escreve.
Não se apaixone por uma mulher culta, maga, delirante, louca.
Não se apaixone por uma mulher que pensa,
Capaz de voar,
De uma mulher que tem fé em si mesma.
Não se apaixone por uma mulher que ri ou chora quando faz amor, que sabe transformar o seu espírito na carne e, mais ainda, de uma mulher que ama poesia (elas são as mais perigosas), ou de uma mulher que não sabe viver sem a música.
Não se apaixone por uma mulher intensa, lúdica, lúcida, rebelde, irreverente.

 

Que nunca passes por isso de se apaixonar por uma mulher assim.

 

 

Porque quando se apaixona por uma mulher assim, que fique contigo ou não, que te ama ou não, por uma mulher assim, não se pode voltar atrás.
Nunca…”

 

Martha Rivera Garrido

Carpe Diem

Enviado por Waldemir

HÁ UMA HISTÓRIA POR TRÁS DE CADA PESSOA!

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Há uma história por trás de cada pessoa, pensamentos por trás de suas expressões, emoções por trás do seu sentir e uma alma sob a sua pele.

Cada um de nós, ao longo deste caminho que é a vida, atravessa momentos, vive experiências e se encontra com pessoas que inevitavelmente deixam suas pegadas em alguma parte de nós. Inclusive, aquelas circunstâncias ou pessoas, que acreditamos que passariam inadvertidas, parecem ressurgir mais tarde de algum modo em nossas vidas.

“Há uma história por trás de cada pessoa.

Há uma razão pela qual são como são.

“Pense nisso antes de julgar alguém”

Tudo aquilo que acontece, de alguma forma, influencia e colore a nossa experiência e a nossa forma de sentir, às vezes intensamente e outras apenas superficialmente; às vezes conscientemente, e outras sem percebermos… nos dão luzes e sombras, e também tons intermediários.

Por isso, quando você observa alguém e pensa que tem um comportamento inesperado ou inexplicável, pergunto: para que serve dar a sua interpretação ou o seu sentido?

Você apenas o entenderá segundo a sua visão, que não é mais do que aquela que se compõe das suas experiências e vivências. Mas, o que você sabe realmente sobre o outro? O que você sabe sobre a sua forma de sentir?

Se já de cara é complicado entrar nas profundezas de si mesmo e tentar se conhecer, como saber quais são as intenções ou motivações dos outros? Ou como essa pessoa está vivendo essa situação?

Passamos metade da vida tentando descobri-las, e quase que a outra metade julgando os seus comportamentos, como se já não fosse suficiente dar conta de si mesmo.

Cada pessoa tem a sua história e mostra sensibilidade em relação a alguns aspectos mais do que com outros; como você, como eu… Se para você é fácil ou simples enfrentar certa situação ou se expressar de determinada forma, não significa que para o outro também tenha que ser assim…

“O sapato que calça bem um homem, aperta para outro; não há receita para a vida que funcione em todos os casos” – Carl Gustav Jung

“Se eu fosse Maria descansaria mais…”, “Não entendo como Raul não deixa a sua esposa, eu não a suportaria”, “Seria incapaz de levar uma vida como Cristina…”

Talvez essa pessoa tenha tido uma mãe que a censurava constantemente e para quem nunca nada era suficiente, e por isso precisava realizar tudo com perfeição, sentindo que sempre poderia melhorar… ou, talvez, teve uma relação de casal cheia de críticas quanto a sua pessoa e agora é incapaz de mostrar-se como realmente é…

Outra pessoa pode ter desejado tanto o afeto dos seus pais que se transformou em uma caçadora de amor e cainho constante, ou ao contrário se mostra ressabiada em recebê-lo…

Há mais de uma face em qualquer história e mais de uma resposta para qualquer pergunta…

É normal sentir que se você estivesse na situação de outras pessoas faria coisas de forma diferente… Acontece que você não é essa outra pessoa, nem viveu a sua vida… Apenas sabe um pouco da sua própria. E digo um pouco, porque às vezes achamos que vamos reagir de certa maneira e quando nos encontramos na situação nos comportamos de outra totalmente diferente…

É preciso olhar mais além do óbvio e da superfície e ter em consideração que cada pessoa tem a sua história; um conjunto de experiências, sentimentos, emoções, encontros, de variáveis biológicas e pessoais, às quais é preciso somar o poder da situação, do contexto…

Julgar à cegas, à deriva, não serve de nada.

Não somos ninguém para fazê-lo e também não se pode esperar que em apenas uma conversa seja possível transmitir todo o sentimento de uma pessoa; às vezes porque não se encontram as palavras adequadas, às vezes porque, designando certas palavras, já estamos limitando a experiência….

 

Por outro lado, escutar o outro e ter em mente que este foi moldado por histórias, experiências e sentimentos, lhe ajudará a tentar compreendê-lo. E se você não puder fazer isso, não significa que seja um problema; talvez em função da sua história isto lhe seja impossível neste momento.

Apenas lembre-se de que por trás de cada pele há também uma pessoa, uma alma forte, mas também sensível que tem suas feridas e cicatrizes que tem a sua história.

 

Fonte do texto: La mente es maravillosa – Via: https://osegredo.com.br/2015/10/ha-uma-historia-por-tras-de-cada-pessoa/

Carpe Diem
Enviado por Waldemir