Amizade Sincera

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Amizade Sincera
Renato Teixeira

A amizade sincera é um santo remédio
É um abrigo seguro
É natural da amizade
O abraço, o aperto de mão, o sorriso
Por isso se for preciso
Conte comigo, amigo disponha
Lembre-se sempre que mesmo modesta
Minha casa será sempre sua
Amigo
Os verdadeiros amigos
Do peito, de fé
Os melhores amigos
Não trazem dentro da boca
Palavras fingidas ou falsas histórias
Sabem entender o silêncio

 
E manter a presença mesmo quando ausentes

 

Por isso mesmo apesar de tão raros
Não há nada melhor do que um grande amigo

Carpe Diem
Enviado por Waldemir

O BOM HUMOR:

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Ter bom humor não significa ser engraçado. Muitas pessoas tentam ser engraçadas e acabam piorando as coisas. O humor deve ser usado com moderação, para aliviar tensões, não para criá-las.

 
Bom humor é a disposição em tornar as coisas leves, descontraídas e positivas.

 
É um estado de espírito. Faz bem à saúde, favorece o aprendizado, os relacionamentos, a produtividade e a criatividade.

 
A prática do bom humor colabora com a autoestima, reduz o estresse e diminui as tensões no trabalho e na vida pessoal.

 
Empresas procuram atrair talentos bem humorados. Eles energizam as outras pessoas e estimulam o pensamento inovador. Encontram respostas mais rápidas e originais.

 
O bom humor é uma excelente maneira de dizer coisas sérias de forma leve, mas não deve ferir nem causas constrangimentos.

 

O pior dos dias é sempre aquele em que não houve risos. No caminho para o trabalho, sintonize seu coração com alegria; deixe a mente aberta, com a atitude interior de contagiar as pessoas a tornarem o dia especial!

 

O bom humor é contagiante! Contagie e deixe-se contagiar.

(Desconheço autor)

Carpe Diem
Enviado por Waldemir

 

Desprender-se.

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As pessoas precisam entender que ninguém está jogando com cartas marcadas, às vezes ganhamos e às vezes perdemos.

 

Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor.
Encerrando ciclos.

 

Não por causa do orgulho, por incapacidade ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida.

 

 

Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira.

 

DEIXE DE SER QUEM ERA, E SE TRANSFORME EM QUEM É”

 

(O Zahir – Paulo Coelho)

Carpe Diem
Enviado por Waldemir

 

 

O DIA EM QUE EU MORRI…

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Estranho? Nem tanto. Se depois de ler esse texto você achar que ainda está vivo, ótimo!
Caso contrário, é bom repensar se ainda existe algum sopro de vida aí dentro. Vou contar como tudo aconteceu.

 
A minha primeira parcela de morte aconteceu quando acreditei que existiam vidas mais importantes e preciosas do que a minha. O mais estranho é que eu chamava isso de humildade. Nunca pensei na possibilidade do auto abandono.

 
Morri mais um pouquinho no dia em que acreditei em vida ideal, estável, segura e confortável.
Passei a não saber lidar com as mudanças. Elas me aterrorizavam.
Depois vieram outras mortes. Recordo-me que comecei a perder gotículas de vida diária, desde que passei a consultar os meus medos ao invés do meu coração. Daí em diante comecei a agonizar mais rápido e a ser possuída por uma sucessão de pequenas mortes.

 
Morri no dia em que meus lábios disseram, não. Enquanto o meu coração gritava, sim! Morri no dia em que abandonei um projeto pela metade por pura falta de disciplina. Morri no dia em que me entreguei à preguiça. No dia em que decidir ser ignorante, bulímica, cruel, egoísta e desumana comigo mesma. Você pensa que não decide essas coisas? Lamento. Decide sim! Sempre que você troca uma vida saudável por vícios, gulodice, sedentarismo, drogas e alienação intelectual, emocional, espiritual, cultural ou financeira, você está fazendo uma escolha entre viver e morrer.

 
Morri no dia em que decidi ficar em um relacionamento ruim, apenas para não ficar só. Mais tarde percebi que troquei afeto por comodismo e amor por amargura. Morri outra vez, no dia em que abri mão dos meus sonhos por um suposto amor. Confundi relacionamento com posse e ciúme com zelo.

 
Morri no dia em que acreditei na crítica de pessoas cruéis. A pior delas? Eu mesma. Morri no dia em que me tornei escrava das minhas indecisões. No dia em que prestei mais atenção às minhas rugas do que aos meus sorrisos. Morri no dia que invejei , fofoquei e difamei. Sequer percebi o quanto havia me tornado uma vampira da felicidade alheia. Morri no dia que acreditei que preço era mais importante do que valor. Morri no dia em que me tornei competitiva e fiquei cega para a beleza da singularidade humana.

 
Morri no dia em que troquei o hoje pelo amanhã. Quer saber o mais estranho? O amanhã não chegou. Ficou vazio… Sem história, música ou cor. Não morri de causas naturais. Fui assassinadatodos os dias. As razões desses abandonos foram uma sucessão de desculpas e equívocos. Mas ainda assim foram decisões.

 

O mais irônico de tudo isso?

 

 

As pessoas que vivem bem não tem medo da morte real.

 

 

As que vivem mal é que padecem desse sofrimento, embora já estejam mortas. É dessas que me despeço.
 
Assinado,
 
A Coragem.

 
Fonte do texto: Escrito por Lígia Guerra – via: https://osegredo.com.br/2014/04/o-dia-em-que-eu-morri/

Carpe Diem
Enviado por Waldemir

QUAL O PREÇO A SE PAGAR POR SER VOCÊ MESMA?

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Vivemos numa sociedade de cobranças, onde a todo instante nos é exigido um determinado comportamento e postura, você tem que ser boa/bom em tudo que faz – seja como filha(o), irmã(o), estudante, profissional, namorada(o), esposa(o), mãe/pai, amiga(o), neta(o), enfim, em tudo.
Você é exposto a essa situação ainda quando está no ventre de sua mãe, e que seus pais começam a dizer – “minha/meu filha (o) será assim”, “fará isso”, “estudará o que eu decidir”, frequentará a religião que eu permitir”, “casará com”, e por aí vai. Dessa maneira vamos crescendo, assumindo para nossa vida, objetivos pré-estabelecidos com a obrigação de agradar sempre a alguém, de fazer o outro feliz.
Aí eu pergunto – e nessa de agradar o outro, onde eu fico? O que eu quero para minha vida? Isso me faz feliz? O que eu preciso para ser feliz? Afinal, o que é felicidade?
Eu sempre me questionei muito sobre essas coisas, nunca me conformei em fazer algo apenas para constar, tinha que ser sincero, algo que me satisfizesse primeiramente, e consequentemente, os outros.
Na minha cabeça, eu não precisava – paparicar ou elogiar só para agradar, dizer sim quando queria dizer não, trabalhar em algo que não me desse prazer, ou está em ambientes e na companhia de pessoas que violentassem de alguma forma os meus princípios. Não precisava aceitar tudo como as outras pessoas pareciam aceitar, eu poderia pensar e decidir sobre minha própria vida, e isso fez com que eu ganhasse um título de “pessoa difícil de conviver”.
Por um bom tempo, esse título me incomodou e cheguei a examinar o meu comportamento, será que eu não estava sendo intolerante demais, ou tinha estendido o período de rebeldia começado na fase da adolescência? Então, tentei fazer o inverso, deixar de ser eu mesma, e tentar apenas agradar aos outros. Advinha o que aconteceu? Não aconteceu, né? Não sou atriz e nunca fui boa nesse lance de representar papéis, ou seja, deu mais problema.

 

 

De um lado eu tinha uma exigência que me sufocava, porque de certo que para satisfazer as expectativas alheias você acaba por sacrificar as suas, haja vista que cada indivíduo tem as suas próprias expectativas. E de outro lado, eu poderia ser eu mesma, levando em consideração as minhas características pessoais, crenças, convicções, princípios, valores e uma maneira diferente de perceber o mundo, como tantas outras pessoas.

 

Pensei então o que me deixava feliz? E escolhi fazer as pazes comigo mesma, respeitando meu jeito de ser, entendendo que “ser difícil de conviver” é um preço a se pagar por ser você mesma, e como já dizia o grande filósofo Friedrich Nietzsche “Nunca é alto o preço a pagar pelo privilégio de pertencer a si mesmo”.

 

Fonte do texto: escrito por Raquele Carvalho – via: https://osegredo.com.br/2016/02/qual-o-preco-a-se-pagar-por-ser-voce-mesma/

Carpe Diem
Enviado por Waldemir

 

 

TEM MUITO VILÃO SE FAZENDO DE VÍTIMA POR AÍ…

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Os coitadinhos, mais cedo ou mais tarde, estarão envoltos em algum tipo de polêmica, cujo cerne é tão somente a maldade gratuita. Então, quando o circo está armado, tentam assistir ao espetáculo que montaram como se fossem as vítimas da história.
***

 
Com uma frequência maior do que gostaríamos, aparece em nosso caminho aquele tipo de pessoa que, aparentando candura e solicitude, arma arapucas e vive nos metendo em situações desagradáveis que ela própria criou. E, para piorar, acaba se posando de coitadinha, como se o mundo conspirasse contra ela a todo instante.

 
Não importa onde e com quem estejam, os coitadinhos, mais cedo ou mais tarde, estarão envoltos em algum tipo de polêmica, cujo cerne é tão somente a fofoca, a maldade gratuita. Colegas de trabalho, amigos, familiares, ninguém sai ileso de sua necessidade de diminuir e de difamar o outro, agindo como quem não sabia de nada e chegou até ali de gaiato.

 
Trata-se de um comportamento extremamente danoso e que contamina negativamente todos os lugares por onde passar, pois essas pessoas se valem da mentira, da falsidade, da atuação para sobreviverem. Vivem uma vida fingida, que constroem em seus delírios e que querem transformar em realidade. Nunca são culpadas de nada, de maneira alguma, chegando facilmente às lágrimas para convencer o outro das ilusões que são delas mesmas.

 
Geralmente, são indivíduos insatisfeitos consigo mesmo e que invejam o que o outro é ou tem, sentindo-se injustiçados, por se enxergarem distorcidamente melhores do que realmente são. Em vez de lutarem para alcançar o que o outro possui, preferem destruir o colega, tirar dele tudo aquilo que pensam não ser justo.

 
E assim elaboram tramoias, envenenam os ouvintes, sempre agindo pelas bordas, tal qual num enredo novelesco, a fim de acabar com a vida do alvo de sua maldade. Então, quando o circo está armado, tentam assistir ao espetáculo que montaram como as vítimas da história, como alguém que foi usado e abusado por conta da ingenuidade e da bondade para com todos.

 
Não é difícil sermos engolidos para dentro de suas maldades, uma vez que possuem um verniz extremamente enganador, portando-se delicadamente, com gentileza e voz suave, sem se abalarem, como se fossem equilibradas e seguras, portanto, transparentes e verdadeiras. Doce ilusão. Externam o oposto de suas mentes em ebulição, constantemente tramando o pior, desejando o pior, querendo o nosso pior, insatisfeitas que são, miseráveis que se encontram por dentro. Não aceitam ver ninguém bem, pois nunca sentiram o que é o bem, ocupadas que estavam em olhar a vida dos outros.

 

Felizmente, mesmo que demore, as máscaras caem e a verdade vem à tona. Ainda que estejamos lesados emocionalmente, cabe-nos fugir o quanto antes da companhia dessas pessoas, permanecendo junto ao equilíbrio confortador de quem tem amor verdadeiro. As vítimas de si mesmas acabarão não sendo queridas por ninguém, sendo a nossa vida verdadeira e rodeada de gente feliz o pior castigo que elas terão – e merecidamente.

 

Fonte do texto: escrito por Marcel Camargo – via: https://osegredo.com.br/2016/07/tem-muito-vilao-se-fazendo-de-vitima-por-ai

Carpe Diem
Enviado por Waldemir

 

Pare de carregar a mala dos outros

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Você acredita que carrega malas alheias?
VAMOS FAZER UM EXERCÍCIO?
Como você reage quando seu filho não quer fazer a lição? Ou quando alguém não consegue arrumar a própria mala para a viagem de férias, perde a hora do trabalho com frequência, gasta mais do que ganha… e muitas coisinhas mais que vão fazendo você correr em desvario para tapar buracos que não criou e evitar problemas que não afetam sua vida diretamente?
Não afetam a sua vida, mas afetam a vida de pessoas queridas, então, você sai correndo e pega todas as malas que estão jogadas pelo caminho e as coloca no lombo (lombo aqui cai muito bem, fala a verdade) e a sua mala, que é a única que você tem a obrigação de carregar, fica lá, num canto qualquer da estação.
Repetindo, a sua mala, que é a única que você tem obrigação de carregar, fica lá jogada na estação!
Temos uma jornada e um propósito aqui neste planeta e quando perdemos o foco, passamos a executar os propósitos alheios.
A estrada é longa e o caminho muitas vezes nos esgota, pois o peso da carga que nós nos atribuímos não é proporcional à nossa capacidade, à nossa resistência e o esgotamento aparece de repente.
Esse é o primeiro toque que a vida nos dá, pois, quando o investimento não é proporcional ao retorno, ou seja, quando damos muito mais do que recebemos na vida, nos relacionamentos humanos ou profissionais, é porque certamente estamos carregando pesos desnecessários e inúteis.
Quando olhamos para um novo dia como se ele fosse mais um objetivo a cumprir, chegou a hora de parar para rever o que estamos fazendo com o nosso precioso tempo. O peso e o cansaço nos tornam insensíveis à beleza da vida e acabamos racionalizando o que deveria ser sacralizado.
É o peso da mala que nos deixa assim empedernido.
QUANTO ELA PESA?
Quantos sofrimentos carregamos inutilmente, mágoa, preocupação, controle, ansiedade, excesso de zelo, tudo o que exaure a nossa energia vital.

 
E o medo, o que ele faz com a gente e quanta coisa ele cria que muitas vezes só existe dentro da nossa cabeça?

 
Sabe que às vezes temos tanto medo de olhar para a própria vida que preferimos tomar conta da vida dos filhos, do marido, do pai, da mãe… e a nossa mala fica na estação…
O momento é esse, vamos identificar essa bagagem: ela é sua?
Ótimo, então é hora de começar uma grande limpeza para jogar fora o lixo que não interessa e caminhar mais leve.

 

Agora, se o excesso de peso que você carrega vem de cargas alheias, chegou a hora de corajosamente devolvê-las aos interessados.

Não se intimide, tampouco fique com a consciência pesada por achar que a pessoa vai sucumbir ao fardo excessivo. Ao contrário, nesse momento você estará dando a ela a oportunidade de aprender a carregar a própria mala.

 

A vida assim compartilhada fica muito mais suave, pois os relacionamentos com bases mais justas e equânimes acabam se tornando mais amorosos, sem cobranças e a liberdade abre um grande espaço para a cumplicidade e o afeto.

 

ONDE ESTÁ A SUA MALA?

 

 

Fonte: O meu melhor modo de ser – via: http://www.sentimentosemfrases.com/pare-de-carregar-a-mala-dos-outros/

Carpe Diem
Enviado por Waldemir

 

O objetivo da vida

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O objetivo da vida é o autodesenvolvimento; é perceber, com perfeição, nossa natureza… é para isto que estamos aqui, cada um de nós.
Mas, hoje em dia, as pessoas têm medo de si próprias.
Esqueceram da mais elevada das obrigações, a obrigação que devemos a nós mesmos.
Mas, é claro, são caridosas.
Alimentam os famintos, vestem os mendigos.

Suas próprias almas, entretanto, sentem fome, estão nuas.

 
Oscar Wilde
Carpe Diem
Enviado por Waldemir

 

NÃO PEÇA DESCULPAS POR PENSAR DIFERENTE!

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Quando você se preocupa demais em agradar a todos você se anula, pois boa parte da sua vida é dedicada a se preocupar com o que os outros estão pensando ou falando ao seu respeito. Cá entre nós, esse é um sentimento paradoxo uma vez que e ao mesmo tempo em que se humilha para ser aceito deixando-se de lado, se torna completamente prepotente, haja vista que você passa a acreditar piamente que as pessoas não tem mais nada pra fazer da vida a não ser se preocupar em com o que você fala, veste, sente, come ou faz. Amigo, pare, você está ficando paranóico.
Não pense, prepotentemente, que é o único a passar por isso, pois, o que mais tem nesse mundo são pessoas inseguras e que por receio da rejeição acabam deixando os seus gostos, vontades e opiniões de lado pra poderem ser “bem” aceitos pelos familiares, amigos e até mesmo desconhecidos de sociedade a fora.
Todo mundo já passou por momentos de insegurança, teve medo, quis desistir, principalmente quando pessoas que ama se colocam em oposição os seus sonhos e desejos.
Por mais difícil que seja você precisa deixar de se preocupar com que os outros pensam, fazer o que você ama e ser o que o seu coração manda. Não será fácil, haverá pessoas que não irão gostar e até mesmo falarão mal de você, desde desconhecidos até pessoas mais próximas, que supostamente sempre lhe apoiavam. Por mais que as palavras e as atitudes alheias lhe doam, procure não ouvir e não deixar se influenciar, apenas siga o seu coração pois é ele quem sabe o caminho da sua felicidade, não os outros.
Não se justifique, não peça desculpas por pensar diferente por ter opinião própria ou pela jornada que decidiu seguir. Ninguém vai te fazer mais feliz do que você mesmo, somos seres completos em busca de evolução, você não precisa da metade da laranja, você é suficiente sozinho, mas se quiser dividir sua caminhada com alguém busque quem lhe transborde, quem some, não alguém que lhe “complete”.

Essa auto aceitação, lhe fará ser cada vez melhor, novas pessoas aparecerão no seu caminho e ficarão ao seu lado porque gostam de quem você é, do mesmo modo outras pessoas já não caminharão mais pelas mesmas trilhas , pois assim como você tem o direito de buscar a felicidade sendo e fazendo o que deseja, o outro também tem, ninguém é obrigado a estar ao lado de algo ou alguém que já não lhe faz tão bem .Caso isso ocorra, a você caberá respeitar a escolha do outro, pois todos estão em busca do autoconhecimento, evolução e felicidade plena.

Por nenhum momento pense em voltar atrás, ser o que não lhe compete, se anular, deixar-se de lado para manter quem se ama por perto, não existe amor quando se está preso em mentiras.

 

 

Apenas aceite que somos seres individuais e que temos o nosso caminho a seguir. As vezes por um curto espaço de tempo dividimos essa caminhada, mas isso não significa que sempre será assim, cada um tem a sua própria jornada e não cabe a nós decidirmos qual a rota será feita.

 

Fonte do texto: escrito por Priscila Bezerra – via: https://osegredo.com.br/2016/07/nao-peca-desculpas-por-pensar-diferente/

Carpe Diem
Enviado por Waldemir

O TEMPO NÃO MUDA NADA, QUEM MUDA É VOCÊ!

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Por mais que sempre responsabilizemos o tempo como senhor do destino, na verdade esse papel tem mais haver com você do que com o tempo.
Explico!
Mudança se relaciona com comportamento, disposição e vontade de obter resultados diferentes. No entanto, às vezes, a vida impõem caminhos desconhecidos e que independem da nossa vontade, nos cabendo apenas seguir em frente – sem muitas opções.
É nesses momentos, que, o tempo se faz indispensável. É o tempo de a água correr por baixo da ponte para que as coisas se acalmem, os ânimos se desacelerem, e, que encontremos novas maneiras de agir e reagir frente as diferentes situações que vão se apresentando.
Enquanto os dias vão passando, e você se readequando as mudanças – muitas vezes, impostas pela vida – você vai fazendo novas escolhas e, sem se dar conta, você vai mudando/readequando seus hábitos, suas crenças e até mesmo seus valores.
Por que se adequar é isso, é se readaptar, se moldar e permitir que o novo invada nossa vida.

 

É se permitir que tudo pode ser diferente.
É ser humilde para aceitar que nem sempre as coisas são como se quer, mas ainda assim, pode ser bom, muito bom.

 

 

E no final desse processo, nos encontramos mais fortes, abertos e dispostos a continuar (sem medos ou traumas), apenas diferentes daquelas pessoas que embarcaram nessa aventura, mesmo que tenha sido a contra gosto – porém mais fortes e transformados.

 

Fonte do texto: escrito por Paula Caputo -via: https://osegredo.com.br/2016/07/o-tempo-nao-muda-nada-quem-muda-e-voce/

Carpe Diem
Enviado por Waldemir