Aceite as diferenças

Postado por Reginaldo em 17 de maio de 2012

Durante a era glacial, muitos animais morriam por causa do frio.
Os porcos espinhos, percebendo esta situação, resolveram se juntar em grupos, assim se agasalhariam e se protegeriam mutuamente.
Mas, os espinhos de cada um feriam os companheiros mais próximos, justamente os que forneciam calor.
E, por isso, eles tornaram a se afastar uns dos outros, voltando assim a morrer congelados.
Precisavam fazer uma escolha urgentemente: ou aceitavam seus semelhantes ou desapareceriam de vez da terra morrendo todos congelados.
Com sabedoria, decidiram voltar e ficar juntos.
Aprenderam, assim, a conviver com as pequenas feridas que uma relação muito próxima podia causar, já que o mais importante era o calor um do outro.
Sobreviveram!!
Portanto, pense bem:
no seu trabalho, nem sempre a melhor equipe é aquela que reúne membros perfeitos, mas aquela onde cada um aceita e os defeitos do outro, ultrapassa e consegue progredir.

 

Autor Desconhecido

 

Carpe Diem

Enviado por Waldemir
 

Transforme desejos em objetivos

Postado por Reginaldo em 16 de maio de 2012

Desejar – seja lá o que for – é algo fácil.

Desejar não implica compromisso ou planejamento a cumprir para conquistar o objeto do desejo.

Além disso, é possível desejar qualquer coisa.

Por isso, desejar é diferente de ter um objetivo.

Se mais do que desejar você estabelecer o objetivo e o prazo para esta conquista, naturalmente será visualizado um plano.

E quem tem plano avança para a conquista de tudo o que deseja.

E aí?

Vai demorar para entrar em ação?

 

Irineu Toledo

 

Carpe Diem

Enviado por Waldemir

É o que você não diz…

Postado por Reginaldo em 16 de maio de 2012

Uma das lições importantes da vida é saber o momento de manter a boca fechada. Se seu comentário não for resolver nada, nem fazer o outro se sentir melhor, é melhor dispensá-lo.
Há certas coisas que os outros simplesmente não querem ouvir! Por exemplo: não querem ouvir você reclamar do marido ou da esposa; da sua dor nas costas, do nariz entupido, da sua conta negativa, e por aí afora.
Então, da próxima vez que você estiver prestes a reclamar de algo, pergunte a si mesmo: “por que alguém iria querer ouvir isso?”

Não importa quantos diplomas você tenha ou se usa roupas de grifes famosas e mora numa casa esplêndida: se você é um “reclamão”, não tem estilo…

Eu tenho uma amiga que, sempre que nos falamos por telefone, reclama que eu não telefono para ela. Toda vez é a mesma ladainha: “por que você nunca liga? Sabe quanto tempo faz que não nos falamos? Você nunca me telefona. Porque nunca liga para mim?”. Agora adivinhe por que eu não ligo para ela…

As pessoas também não gostam de ouvir coisas do tipo “você deveria fazer tal coisa”. Você não detesta quando alguém lhe dá um conselho que você não pediu e quando já é tarde demais para fazer alguma coisa?…

Já em outras ocasiões…

Lembro-me de quando eu tinha 12 anos e estava fazendo um bico em um shopping center. Era um dia de muito vento e eu usava uma escada enorme e pesada para chegar ao telhado. Havia alguns carros estacionados perto do local.
Aconteceu de meu pai passar por ali e perceber um problema que a escada poderia me causar. E ele disse: “esse vento pode acabar derrubando a escada quando você não estiver nela; se ela atingir algum desses carros o prejuízo vai lhe custar uma fortuna. Se eu fosse você amarraria essa escada”.

Concluí que ele não era eu, e não amarrei a escada. Cinco minutos depois, eu estava em pé no telhado e de costas para a escada quando ouvi um estrondo. Me virei no mesmo instante e, ao olhar para baixo, avistei a escada deitada sobre o capô de um Toyota. O carro ficou arruinado e o conserto me custou uma fortuna!

Quando contei a meu pai o que havia acontecido, ele não disse “você deveria ter feito o que eu disse” ou “você é um cabeça-dura”. Ele apenas assentiu e não disse nada. Ele sabia que eu havia aprendido a lição. Sabia, como sempre pareceu saber, que às vezes é melhor não dizer nada.

 

(Texto de Andrew Matthews no livro “Faça amigos”)

 

Carpe DIem

Enviado por Waldemir
 

Ser ou Ter

Postado por Reginaldo em 14 de maio de 2012

O nosso corre-corre não nos deixa parar para perceber se o que já temos já não é o suficiente para nossa vida.

Nos preocupamos muito em TER. Ter isso, ter aquilo, comprar isso, comprar aquilo.

Os anos passam e, quando nos damos conta, esquecemos do mais importante da vida: viver e ser feliz.

Às vezes, para ser feliz, não precisamos de tanto TER. Podemos nos dar conta que o mais importante na vida é SER.

Esse SER, tão esquecido, muitas vezes não é difícil de se realizar.

As pessoas precisam parar de correr atrás do TER e começar a correr atrás do SER: ser amigo, ser amado, ser gente, etc.

Tenho certeza de que, quando SOMOS, somos muito mais felizes do que quando TEMOS.

O SER leva uma vida toda para se conseguir, e o TER, muitas vezes conseguimos logo.

Só que o SER não acaba e nem se perde, mas o TER pode terminar logo.

O SER, uma vez conseguido, é eterno e o TER é passageiro e, mesmo que dure muito tempo, pode não trazer a felicidade. Aí vem o vazio da vida das pessoas.

Tente SER e não TER e você sentirá uma felicidade sem preço.

Espero que você deixe de cobrar o que fez e o que não fez nesses anos.

Tente o mais importante:ser feliz.

(autor desconhecido)

 

Carpe DIem

Enviado por Waldemir